Procure seu livro aqui

Loading
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens

Mensagem -Fernando Pessoa



Sinopse

Mensagem é o mais célebre dos livros do poeta português Fernando Pessoa, e o único que ele publicou em vida, se descontarmos os livros de poemas em inglês. Composto por 44 poemas, foi chamado pelo poeta de "livro pequeno de poemas". Publicado em 1934 pela Parceria António Maria Pereira, o livro foi contemplado no mesmo ano com o Prêmio Antero de Quental, na categoria de «poema ou poesia solta», do Secretariado da Propaganda Nacional, dirigido por António Ferro, o jovem editor de Orpheu, revista trimestral de literatura, de que saíram 2 números em 1915.
Publicada apenas um ano antes da morte do autor, a obra trata do glorioso passado de Portugal de forma apológica e tenta encontrar um sentido para a antiga grandeza e a decadência existente na época em que o livro foi escrito. Glorifica acima de tudo o estilo camoniano e o valor simbólico dos heróis do passado, como os Descobrimentos portugueses. É apontando as virtudes portuguesas que Fernando Pessoa acredita que o país deva se "regenerar", ou seja, tornar-se grande como foi no passado através da valorização cultural da nação. O poema mais famoso do livro é Mar Português.

(Post antigo, com link e e layout renovado.)

Poemas Completos de Alberto Caeiro -Fernando Pessoa



Sinopse


Nos Poemas Completos de Alberto Caeiro (1946), em versos simples e de um tom de parábolas, tudo se tece em torno da natureza contemplada.Alberto Caeiro é o heterônimo-“mestre” de todos os heterônimos de Fernando Pessoa. Seu processo criativo é espontâneo e de completa naturalidade. Seus poemas são sua própria biografia.

Livro do Desassossego -Fernando Pessoa



Sinopse


O Livro do Desassossego é uma das obras maiores de Fernando Pessoa. É assinado pelo semi-heterónimo Bernardo Soares. É um livro fragmentário, sempre emestudo por parte dos críticos pessoanos, tendo estes interpretações díspares sobre o modo de organizar o livro.
Em textos espalhados em papéis de todos os tipos, de folhas soltas a cadernos só recentemente juntados como obra integral, o poeta Fernando Pessoa produz a comovente autobiografia do guarda-livros Bernardo Soares, morador de Lisboa.

Prosopopéia -Bento Teixeira



Sinopse


Publicada em 1601, de grande valor histórico, a obra mais famosa do escritor é o poema épico, já citado, Prosopopéia. Nele, o escritor fala sobre a vida e o trabalho de Jorge de Albuquerque Coelho, terceiro donatário da Capitania de Pernambuco, e seu irmão, Duarte. É a única obra reconhecida e aceita como de sua autoria. Além disso, é a primeira obra com finalidade meramente literária publicada em solo brasileiro.
Escrito em oitava rima, com noventa e quatro estrofes, o poema marcou o início do movimento barroco no Brasil. Ao que parece, a obra foi influenciada pelo poema Os Lusíadas, deCamões. Tal influência é percebida quando analisada a sintaxe, e a estrutura. A sintaxe é extremamente clássica, cheia de inversões, o que dificulta o entendimento por um leitor do século XXI. A estrutura segue de perto a da obra de Camões, como se percebe já de inicio pela existência de proposição (Onde apresenta o assunto da epopéia: cantar os feitos de Jorge d'Albuquerque), invocação (quando pede ajuda do Deus cristão para compor seu texto) e dedicação (o texto é dedicado a Jorge d'Albuquerque, visando ajuda financeira).

Folhas Caídas -Almeida Garret



Sinopse


Colectânea de poesias líricas de Almeida Garrett, é a última e a mais importante obra do autor. Foi publicada apenas um ano antes da sua morte, em 1853, e sob anonimato, talvez pelo receio do escândalo, dadas as relações amorosas com a Viscondessa da Luz, de que em grande parte este livro é a expressão literária. A obra teve grande sucesso devido sobretudo à atmosfera erotizante de algumas das suas composições e também à invulgar expressão de conflito psicológico e amoroso vivido pelo autor. Esta obra revela grandes aspectos inovadores, desde as imagens até à organização estrófica, passando pelo tom coloquial, quase confessional, de muitas das poesias - fazendo dela a melhor obra de poesia romântica portuguesa. Saliente-se ainda a inclusão, na segunda parte, de poesias de inspiração popular, bem como algumas traduções.

As Flores do Mal -Charles Baudelaire



Sinopse


As Flores do Mal (título original em francês: Les fleurs du mal) é um livro escrito pelo poeta francês Charles Baudelaire, consideradas o marco da poesia moderna e simbolista. As Flores do Mal reúnem de modo exemplar uma série de motivos da obra do poeta: a queda; a expulsão do paraíso; o amor; o erotismo; a decadência; a morte; o tempo; o exílio e o tédio. Pelas palavras de Paul Valéry: «As Flores do Mal não contêm poemas nem lendas nem nada que tenha que ver com uma forma narrativa. Não há nelas nenhum discurso filosófico. A política está ausente por completo. As descrições, escassas, são sempre densas de significado. Mas no livro tudo é fascinação, música, sensualidade abstrata e poderosa.» «Neste livro atroz, pus todo o meu pensamento, todo o meu coração, toda a minha religião (travestida), todo o meu ódio.», escreveu Baudelaire sobre este livro numa carta.

Ondas e Outros Poemas Esparsos -Euclides da Cunha



Sinopse


Autor do clássico da literatura nacional Os Sertões, Euclides da Cunha também escreveu poesias, ensaios, crônicas e reportagens. Desbravador, consciência rebelde em conflito pela busca de exatidão entre ciência e arte, entre pesquisa e denúncia, Euclides da Cunha trouxe para o primeiro plano, para o centro de sua obra, o homem do sertão brasileiro. É o porta-voz de um otimismo crítico e sem veleidades ufanistas. No campo da poesia, além de outros poemas esparsos, produziu Ondas, escrito na juventude, e que ainda não havia sido publicado em volume autônomo. Esta edição de Ondas foi organizada e anotada pelo sociólogo e escritor Adelino Brandão, um dos maiores estudiosos da obra de Euclides da Cunha.

Frei Luís de Sousa -Almeida Garrett


Sinopse


“Em 1578, o rei D. Sebastião desapareceu na Batalha de Alcácer-Quibir. Não tendo deixado herdeiros, houve uma longa disputa pela sucessão. Entre os pretendentes estava Filipe, rei da Espanha, que anexou Portugal ao seu império em 1580. O domínio espanhol duraria sessenta anos (1580 a 1640). Criou-se nesse período o mito popular do "Sebastianismo", segundo o qual D. Sebastião, retornaria para reerguer o império português. Entre os nobres desaparecidos em Alcácer-Quibir estava D. João de Portugal, marido de Madalena de Vilhena. Tendo esperado durante sete anos o retorno do marido, Madalena acabou contraindo segundas núpcias com Manuel de Sousa Coutinho. Entretanto, vivia angustiada com a possibilidade de que o primeiro marido estivesse ainda vivo. Suas angústias eram alimentadas por Telmo Paes, o fiel escudeiro de D. João. Essa situação perdurou por vinte anos, no fim dos quais, D. João, que realmente estava vivo, retornou a Portugal. Revelada a sua identidade, no ponto culminante da peça, o desespero domina todas as personagens. No desenlace trágico, Manuel Coutinho e Madalena resolvem tomar o hábito religioso, como forma de expiação; durante a cerimônia, Maria de Noronha, filha do casal, tomada pela vergonha e pelo desespero, morre aos pés de seus pais. A atitude de Manuel de Sousa Coutinho em relação ao domínio espanhol assim como o retorno de D. João de Portugal (associado, evidentemente, ao sebastianismo) inserem-se na temática nacionalista, tão cara aos românticos da primeira geração."

Camões -Almeida Garrett


Sinopse

Poema lírico-narrativo, datado do primeiro exílio de Garrett, considerado a primeira obra romântica da literatura portuguesa, que aborda episódios da vida do poeta Luís de Camões relacionados com a composição e a publicação da epopeia Os Lusíadas. No prefácio, Garrett afirma não ter obedecido "a regras nem a princípios", não ter consultado "Horácio nem Aristóteles" e, demarcando-se de qualquer escola literária ("não sou clássico nem romântico; de mim digo que não tenho seita nem partido em poesia"), confessa ter seguido apenas "o coração e os sentimentos da natureza". Abrindo com a célebre invocação à "Saudade! Gosto amargo de infelizes,/ Delicioso pungir de acerbo espinho," e retratando um Camões desterrado, cantor idealista e desgraçado de uma pátria exangue, com o qual o autor se identifica, o poema surge como a obra emblemática e fundadora do Romantismo português, como salienta Teófilo Braga ("Garrett e a sua obra" inObras Completas de Garrett): "Nesses dois poemas, Camões e D. Branca, o desolado proscrito fundava uma era nova da literatura portuguesa, acordando na nacionalidade o alento de sua tradição e relacionando o seu espírito com a nova corrente de idealização estética do romantismo."Só entre 1825 e 1880 a obra teve sete edições, sem contar com as edições brasileiras e apócrifas.Só entre 1825 e 1880 a obra teve sete edições, sem contar com as edições brasileiras e apócrifas.

O Avesso das Coisas -Carlos Drummond de Andrade


Sinopse

Em "O Avesso das Coisas", Drummond reúne um conjunto de máximas com aparência de mínimas. A reunião de aforismos mostra a engenhosidade e o lirismo de Drummond num gênero tão distante da poesia que o consagrou.

Suspiros Poéticos e Saudades -Gonçalves de Magalhães


Sinopse

A obra Suspiros Poéticos e Saudades, publicada em 1836, foi considerada a obra inaugural do Romantismo no Brasil. O autor procurou criar e consolidar uma literatura nacional para o país. É dividida em duas partes: "suspiros poéticos" e “saudades”.

Caramuru -Santa Rita Durão


Sinopse

Integrado no espírito do classicismo pré-romântico, Frei Santa Rita Durão descreveu lendas e cenas do Brasil colônia, sua fauna e flora, seus índios e costumes. "Caramuru", sua única obra, de feição camoniana, tem importância histórica, graças ao sentimento nacionalista que inspirou às gerações. O poema épico é construído em dez cantos; seu tema é o descobrimento da Bahia. O autor conta a lenda de Diogo Álvares Correia, o Caramuru, aventureiro português que, depois de naufragar nas costas da Bahia, teria conquistado a amizade dos indígenas graças à perplexidade causada por sua arma de fogo ao disparar contra uma ave. "Caramuru" é obra recomendada em várias faculdades e escolas do Brasil.


Livro de Mágoas -Florbela Espanca


Sinopse

O livro, inicialmente nomeado Primeiros Passos, tinha por base onze poesias da coletânea Trocando Olhares. A autora enviou a Raul Proença a amostra da sua criação em Julho de1916. Corrigiu os poemas conforme as sugestões do crítico e escreveu mais alguns para completar a sua primeira antologia.São trinta e dois sonetos dedicados ao pai ("A meu Pai. Ao meu melhor amigo") e ao irmão da poetisa ("À querida Alma irmã da minha. Ao meu irmão"). Florbela centra-se na temática da mágoa, da dor e da saudade, inserindo-se, desde o início da obra, num contexto decadentista. Para assinalar o tom finissecular a antologia abre com uma epígrafe a Eugénio de Castro ("Procuremos somente a beleza…") e a Verlaine ("Isoléns dans l’amour…"). Ao longo da obra observa-se uma tendência para chorar e lamentar-se, manifestada especialmente em sonetos "Vaidade", "Neurastenia", "Castelã" e "Em Busca do Amor".Abordando igualmente a temática do sonho, Florbela define para si um espaço poético único de comunicação entre os tristes e magoados. A poetisa expõe esta intenção logo no primeiro soneto: "Este Livro…".

As Primaveras -Casimiro de Abreu


Sinopse

As Primaveras, único livro de poesias escrito por Casimiro de Abreu, foi lançado em 07 de Setembro de 1859, com ajuda financeira do pai, embora este fosse avesso às tendências literárias do filho. O sucesso varreu o país como vendaval, sendo aclamado por alguns e criticado por outros, mas até hoje é o símbolo poético da Saudade.Trata-se de uma coleção de poesias melancólicas e sentimetais pela maior parte, em que a uma grande simplicidade na forma se alia um sentimento apaixonado e veemente.Casimiro viveu pouco a temporada de glória, porque os sintomas da Tuberculose se agravaram falecendo em 18 de outubro do ano seguinte, com apenas 21 anos.O pai, José Joaquim Marques de Oliveira, faleceu em abril de 1860.Naquele ano de 1859, em 15 de Setembro, Barra de São João emancipa-se de Macaé e torna-se o município com mesmo nome, o que atualmente se chama por Casimiro de Abreu, sendo a data comemorada tradicionalmente com festejos na cidade-sede, localizada na Rodovia BR 101.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Visitantes Desde Janeiro-2010